A vibração durante a frenagem nem sempre está relacionada apenas ao sistema de freios. Segundo a Fras-le, componentes da suspensão, direção, rodas e pneus também podem provocar trepidações, tornando indispensável um diagnóstico completo para identificar a origem do problema.
De acordo com a empresa, ignorar esse sintoma pode comprometer a estabilidade do veículo, aumentar o desgaste de componentes e elevar o risco de acidentes.
O que pode causar vibração durante a frenagem?
Segundo Leandro Leite, coordenador de Assistência Técnica da Fras-le, uma das causas mais frequentes está no sistema de freios.
“Essas trepidações podem surgir devido a falhas em diferentes peças. Por isso, o ideal é procurar uma oficina de confiança para um diagnóstico preciso.”
Entre os problemas apontados pelo especialista estão discos de freio empenados pelo superaquecimento. Nessa condição, a superfície do disco deixa de ser uniforme, provocando oscilações durante o contato com a pastilha.
“O responsável pela vibração no volante ou no pedal pode ser o disco de freio empenado por superaquecimento, pois, quando isto ocorre, sua superfície deixa de ser uniforme, resultando em trepidação durante o contato com a pastilha”, explica Leite.
Além disso, cubos de roda empenados e desgaste irregular das pastilhas de freio também podem provocar vibração durante a frenagem.
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Suspensão e pneus também merecem atenção
A Fras-le destaca que folgas em componentes da suspensão ou da direção, além de rodas desalinhadas, pneus desgastados ou desbalanceados, também podem gerar oscilações percebidas pelo motorista ao acionar o freio.
Por esse motivo, a recomendação é que a inspeção inclua o sistema de freios, suspensão, direção, alinhamento e balanceamento, evitando que o diagnóstico fique restrito a apenas um componente.
Diagnóstico evita desgaste e aumenta a segurança
Segundo a fabricante, identificar rapidamente a origem da vibração pode evitar danos adicionais ao veículo e reduzir custos de manutenção.
“Ignorar a vibração na hora da frenagem pode resultar em acidentes, acelerar o desgaste de componentes e comprometer a estabilidade do automóvel”, conclui Leandro Leite.


